Tudo sobre esta borboleta
O noctuídeo é o nome genérico de uma borboleta (Lepidoptera), da família dos noctuídeos, que possui cerca de 25.000 espécies em todo o mundo, e 750 na França continental. A lagarta, a larva da mariposa, é a principal praga de um grande número de plantas anuais e perenes.
O noctuida e sua lagarta
A mariposa é uma mariposa, de corpo atarracado, opaco, de cor marrom-acinzentada. Suas asas formam um teto em repouso e têm envergadura de 40 a 50 milímetros. Existem espécies sedentárias, que passam o inverno em forma de ovo, lagarta ou crisálida, e espécies migratórias que, naturalmente no estado adulto, voam para o sul (às vezes até a África) com o primeiro resfriado. A lagarta é geralmente rechonchuda, glabra ou não muito peluda, e tem de 35 a 50 milímetros de comprimento. Ela é muito voraz, o que seu aparelho de moer a boca favorece. A cor varia de acordo com a espécie, mas mais comumente a lagarta é verde ou cinza, com manchas pretas em cada segmento. Se tocado, ele imediatamente se enrola em uma espiral, caracteristicamente.
O ciclo de vida da mariposa e seu poder incômodo
Na primavera, surgem duas situações, ou algumas mariposas saem do estado de hibernação (ovo, lagarta ou crisálida), ou outras, na forma de borboletas adultas, voltam da migração. A fêmea adulta põe até 1.500 ovos, já em junho, nas folhas ou na base das plantas. O ovo incuba por cerca de duas semanas. A larva, uma pequena lagarta, se alimenta de plantas e muda várias vezes antes de atingir o tamanho de cerca de 5 centímetros. Então ela se transforma em crisálida, antes de se transformar em um inseto adulto muito diferente, isso é metamorfose completa. Se as condições da temporada forem favoráveis, pode haver mais uma ou duas gerações. Imagine a proliferação de lagartas em uma cultura, ela devasta rapidamente!
Danos de lagartas noturnas
As lagartas noturnas são verdadeiramente polífagas, ou seja, se alimentam de um grande número de plantas. É raro que um ou outro deles seja subserviente a uma única planta. As espécies e a natureza do comportamento das pragas permitiram classificar as mariposas em dois grupos, o das lagartas desfolhadoras e o das lagartas do solo, estas últimas mais conhecidas pelos jardineiros como "cutworms". A ação de todas essas lagartas é essencialmente noturna. Você também deve saber que essas larvas vêm tanto de borboletas sedentárias quanto de borboletas migratórias.
Vítimas de lagartas desfolhadoras
As lagartas desfolhadoras corroem a parte aérea das plantas, em particular as folhas, perfuradas ou mesmo devoradas até à nervura principal (milho, gramíneas forrageiras, girassol, aipo, repolho, couve-flor, espinafre, alface, pelargônio). Na alcachofra, são o caule e o botão da flor que são atacados. Em árvores frutíferas, como maçã e damasco, as lagartas mordiscam botões, flores e até frutas jovens.
Vítimas de lagartas ou vermes transmitidos pelo solo
As lagartas que vivem no solo, como o nome sugere, operam no nível do solo. Eles se alimentam à noite e se escondem na terra durante o dia. Eles roem e cortam as raízes nas proximidades da coroa. O dano é perceptível em cada planta e segue a linha. Gradualmente, os assuntos são murchados e deitados no chão. São as plantações jovens que são particularmente vulneráveis. Essas "lagartas" atacam a beterraba, o alho-poró, a batata, a cenoura, a salsa, o morango e muitas outras espécies.
Métodos de luta
As medidas preventivas são importantes porque é difícil prever os ataques. Primeiro, permita que os inimigos naturais atuem, incluindo pássaros, melros e corvos, toupeiras, insetos auxiliares como crisopídeos, insetos e alguns himenópteros. Os morcegos também são devoradores dessas mariposas. A eliminação de ervas daninhas, capina regular na superfície, cobertura morta e rega do solo serão desfavoráveis à postura de certos noctuidas. Ainda é possível monitorar o roubo prendendo com feromônios sexuais e, assim, eliminar os machos em manchas pegajosas. Se houver necessidade de tratamento contra lagartas, é importante atuar sobre as larvas ainda pequenas, mais sensíveis aos produtos fitossanitários do que as mais velhas. Os tratamentos devem ser feitos ao anoitecer, devido à atividade noturna das lagartas. O controle biológico é possível borrifando a folhagem com o bacilo da Turíngia, bactéria que só mata as lagartas jovens que o ingerem e que não tem efeito sobre os auxiliares, inimigos das mariposas. Em caso de forte infestação, pulverizar um produto inseticida (consultar o índice fitossanitário). Se a colheita de vegetais está se aproximando, obviamente use um produto com um curto período de pós-luminescência. Por Claire Schutz Croué
Enciclopédia de pragas e doenças no jardim
- Para
- b
- vs
- d
- e
- f
- g
- h
- eu
- j
- k
- a
- m
- não
- o
- p
- q
- r
- s
- t
- você
- v
- C
- x
- y
- z