Passo a passo: cultivo de salada

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Anonim

Coma saladas da sua horta durante todo o ano!

A salada é um vegetal tão comum em nossa mesa que não prestamos mais atenção nela. Dependendo dos hábitos de cada um, às vezes tem um papel decorativo - algumas folhas colocadas no prato para lhe dar um toque de frescura - e às vezes um lugar indispensável na refeição. Neste último caso, é o acompanhamento indissociável do queijo que destaca pela sua crocância e tempero. Todos entenderão, a salada é um vegetal essencial. Isso é bom, pois a salada é cultivada quase todo o ano, mas oferece uma grande variedade de variedades. Impossível ficar entediado! Existe, de facto, todo um mundo - de sabores -, entre a fineza da alface e a robustez tingida de amargor da folha encaracolada ou, olhando para saladas ainda mais distintas, entre a maciez das rosetas da alface-de-borrego e a firmeza das folhas de endívia. Para cultivar esta emblemática verdura folhosa, temos à disposição duas técnicas, aliás complementares: a sementeira e o transplante de mudas comerciais. Em outras palavras: é possível cultivar saladas da semente à planta, ou comprar mudas para crescerem. As vantagens da semeadura são: menor custo, possibilidade de semeadura escalonada ao longo do tempo, surgimento de grande número de plantas e possibilidade de colher saladas jovens durante o crescimento, auxiliando na aeração da safra. Os inconvenientes? O risco de ter uma mão pesada e de semear muito grosso, a necessidade de transplantar se quiser ver crescer alguns metros e aumentar o acompanhamento durante a emergência. Já o transplante de mudas comerciais jovens tem a vantagem de permitir o plantio direto no local, de ter melhor controle da data de colheita e de eliminar a chance de emergência. Os inconvenientes? O principal é um custo mais alto, que continua razoável. Em ambos os casos, ninguém pode afirmar que está seguro de ver suas saladas crescerem em vez de engrossar, o que produz folhas muito amargas. Finalmente, em ambos os casos, as variedades cultivadas devem ser escolhidas de acordo com o clima e a época do ano. Para as variedades de inverno, a alface (batavias, pommées…), a alface-de-borrego e a chicória (crespa e escarola) serão mais rústicas. Dificuldade : Fácil Custo : Alguns euros Ferramentas necessárias : - Um ancinho - Um dibble - Um regador - Uma linha (opcional) - Sementes ou plantas para transplantar

Etapa 1: preparar o terreno

Em solo enriquecido no outono e previamente trabalhado, faça alguns sulcos rasos com auxílio de um ancinho.

Passo 2: Semeie

A semeadura pode ser feita no local ou sob armação, sendo esta última técnica um melhor controle da emergência (colheita precoce, facilidade de monitoramento). Em ambos os casos, certifique-se de semear "luz". Cubra com alguns milímetros de solo e pressione com a parte de trás do ancinho. Essa operação pode ser repetida a cada duas semanas, de forma a escalonar as colheitas.

Etapa 3: transplante as plantas jovens

As mudas a serem transplantadas podem ser provenientes do mercado ou de mudas previamente confeccionadas. No caso de semear, leve as plantas com cuidado, tomando cuidado para não danificar as raízes e as folhas. No caso de plantas comerciais, regue os torrões e, em seguida, separe-os delicadamente. A rega permite que as raízes recolonizem rapidamente o solo. Não tente remover a terra ao redor deles! Faça um pequeno furo com o dibble e feche à volta da raiz, tendo o cuidado de não enterrar a coleira (base das folhas): é o coração da futura planta. Tamp ao redor do pé. O espaçamento recomendado entre duas plantas depende da variedade e do seu desenvolvimento (em média, entre 20 e 30 cm).

Etapa 4: Água

Em ambos os casos - semeadura ou transplante - a operação deve ser seguida de irrigação suave - em chuva fina ou muito localmente na base da planta - irrigação essencial para a emergência e / ou recuperação. O seguinte dependerá do clima e da robustez da planta. Uma vez que as raízes tenham colonizado o solo, a rega pode ser feita com menos frequência.

Etapa 5: proteger (opcional)

As saladas são sensíveis às condições climáticas (seca, geada, etc.) e vulneráveis aos ataques de certos insetos (lesmas, caracóis). No primeiro caso, a proteção pode ser feita por meio de sinos, vasos ou caixotes virados sobre a planta. Quanto aos ataques, é possível usar cobertura morta (linho, cânhamo, palha, etc.) ao redor das plantas. Cinza de madeira e borra de café também são recomendados. Lembre-se que, em todos os casos, você só pode limitar os danos porque o apetite dos predadores é forte!